O Piauí foi contemplado com novos investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que prevê a entrega de 79 veículos para o transporte de pacientes, além de equipamentos de saúde, unidades odontológicas móveis e projetos nas áreas de saneamento, regularização fundiária e prevenção de desastres. As ações fazem parte da Resolução CGPAC nº 14, publicada no Diário Oficial da União.
Na área da saúde, o estado receberá 65 micro-ônibus, 12 vans e duas ambulâncias do tipo A, destinados ao transporte de pacientes que realizam Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Os veículos serão distribuídos entre municípios piauienses para ampliar o acesso da população a consultas, exames e tratamentos especializados.
Teresina também foi contemplada com novos equipamentos para a rede pública de saúde. A capital receberá uma ressonância magnética e tomógrafos por meio do PAC Imagem, iniciativa do Ministério da Saúde voltada à ampliação da oferta de exames de diagnóstico no Sistema Único de Saúde (SUS).
Outro destaque é a destinação de 13 Unidades Odontológicas Móveis para o estado. Os veículos funcionam como consultórios equipados para atendimento odontológico e serão utilizados principalmente em comunidades rurais, localidades remotas e regiões que ainda não possuem estrutura fixa para a oferta desse serviço.
Além dos investimentos na saúde, o Novo PAC contempla projetos de implantação e ampliação de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em diferentes municípios piauienses. As ações buscam melhorar a infraestrutura urbana, ampliar o acesso à água tratada e fortalecer os serviços de saneamento básico.
A resolução também inclui uma ação de regularização fundiária vinculada ao programa Periferia Viva e a elaboração de um Plano Municipal de Redução de Riscos, iniciativa voltada à identificação de áreas vulneráveis e ao planejamento de medidas para prevenção de desastres naturais.
Segundo o Governo Federal, os projetos passam a integrar oficialmente o Novo PAC e poderão receber recursos por meio de transferências obrigatórias da União. A resolução, no entanto, não detalha os valores destinados a cada ação nem estabelece prazos para a entrega dos equipamentos e execução das obras previstas.

